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terça-feira, 23 de novembro de 2010

quarta parte do conteúdo de geografia do primeiro ano do ensino médio

PROJETO RADAM - Vanessa Anges (PRIMEIRO ANO - SALA DE AULA)
escrito em quinta 29 maio 2008 14:39


Projeto Radam


Foi um projeto criado em 1970 pelo Governo Brasileiro com a finalidade de fazer um mapeamento e mostrar os tipos de solo e os recursos minerais da Amazônia.
Ele é feito por um avião com um radar e instrumentos específicos e em 1975 passou a se chamar Radam Brasil, pois a pesquisa foi ampliada para todo o território nacional. E em 1985 ele foi extinto por um decreto. Agora existe o projeto SIVAM que esta atualizando as informações que foram obtidas pelo RADAM
O projeto RadamBrasil tornou-se o maior projeto mundial de cobertura efetuada com radar em um avião.
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TEMPO E CLIMA - Gabriela Gomes Simionato (PRIMEIRO ANO - SALA DE AULA)
escrito em quarta 28 maio 2008 15:21

Tempo e Clima
Muitas pessoas pensam que os termos CLIMA e TEMPO significam a mesma coisa... e não paramos para pensar ou procurar saber mais sobre esse assunto, apenas se contentam com o que pensam que sabem.
Então darei uma definição para ajudar no entendimento das próximas aulas.
Clima ~> É simplesmente o grupo de certas condições atmosféricas de uma região que atuam durante um longo período de tempo.
Por exemplo: País, região, zona terrestre entre círculos paralelos, entre outros.
Está ligado ao meio ambiente em que vivemos.

Tempo ~> São as condições atmosféricas momentâneas.
* Condições atmosféricas estão relacionadas a temperatura, pressão e úmidade do ar.


O tempo também tem outra interpretação, que é a do relógio, ou seja, segundos, minutos, horas, dias, meses, anos. É mais ou menos o que dá ao homem a noção do momento em que está ocorrendo certa coisa, e nos dá a possibilidade de sabermos o passado, presente e futuro.
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EROSÃO MARINHA - Wallyson Ribeiro (PRIMEIRO ANO - SALA DE AULA)
escrito em quarta 28 maio 2008 15:08


A figura mostra uma praia que sofreu erosão, principalmente marinha.

Erosão Marítima

O que é:

A erosão marítima, ou abrasão marinha, é a erosão provocada pelas águas do mar. Essa erosão atinge principalmente a parte litorânea dos continentes, também chamada de linha de costa, ou litoral. As águas do mar entram em contato com os materiais do litoral e acaba desgastado-as com sua ação química e sua ação mecânica. As linhas de costa podem ser classificadas de duas formas:
Costa de Arriba
Costa de Praia

Costa de Arriba: São de natureza alta e escarpada
Costa de Praia: São de natureza baixa e arenosa

A água do mar reage quimicamente com os materiais rochosos, provocando assim a erosão. A ação mecânica atinge as rochas litorâneas com outras rochas de dimensões diferentes, ocasionando as fraturas nas rochas do litoral. Essa ação que o mar exerce sobre o continente pode ser sentido em alguns níveis de desgaste, transporte e deposição. Essa ação de desgaste está relacionada com alguns fatores:
Reações químicas entre as águas e os minerais
Ação mecânica da água
Força e direção das rochas
Natureza das rochas (dureza, constituição química e coesão).


Resumindo:

Erosão Marítima: erosão sobre a costa provocada pela ação das ondas e das marés e pelos materiais que estes transportam e ainda pela ação química da água do mar.
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Classificações do relevo brasileiro - Rafael Fernandes (PRIMEIRO ANO - SALA DE AULA)
escrito em sexta 16 maio 2008 16:24

O relevo brasileiro foi classificado primeiramente pelo Profº Aroldo de Azevedo

A 2ª classificação do relevo brasileiro foi proposta pelo profº Aziz Ab´Saber

A atual classificação do relevo continental brasileiro foi elaborada pelo profº Jurandyr Ross

Alguns termos muitos usados nas classificações são: geomorfologia ( estudo do relevo ), geologia (estudo da composição da crosta terrestre ), planalto , planície e depressão (termo introduzido por profº Jurandyr Ross)

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FORMAS DE RELEVO e SOLO - GEOMORFOLOGIA e PEDOLOGIA (PRIMEIRO ANO - SALA DE AULA)
escrito em quarta 16 abril 2008 11:05


A figura acima apresenta o relevo submarino e suas partes - Os nomes estão escritos em espanhol.

GEOMORFOLOGIA


Relevo e Solo

Apresentamos neste artigo as formas de relevo terrestre e submarino do nosso planeta, bem como o solo e seus agentes modificadores, os agentes esculpidores.

RELEVO

As formas de relevo

Pode-se dizer que o relevo é toda forma assumida pelo terreno (montanhas, serras, depressões, etc.) que sofreu mudanças com os agentes internos e externos sobre a crosta terrestre. Os agentes externos são chamados também de agentes erosivos (chuva, vento, rios, etc.) eles atuam sobre as formas definidas pelos agentes internos. As forças tectônicas (movimentos orogenéticos, terremotos e vulcanismo) que se originam do movimento das placas tectônicas são os agentes internos.

A altitude do relevo é medida com referência no nível do mar, em metros.

O relevo em função das altitudes e dos planos, pode se apresentar nas formas de: montanhas, planaltos, planícies e depressões.

Montanhas

Possuem as maiores altitudes do relevo terrestre. Essas elevações quando isoladas constituem, os montes, colinas; quando estão agrupadas, constituem as serras, cordilheira e maciço.

As montanhas podem ser recentes e apresentarem as seguintes características:

- grandes altitudes;
- picos abruptos;
- atividade vulcânica intensa;
- datam geralmente do período Terciário da Era cenozóica;

As montanhas velhas apresentam características como:

- pequenas altitudes;
- formas arredondadas;
- formadas na Era Arqueozóica, Proterozóica ou Paleozóica;

Planalto

É uma forma de relevo com área irregular e altitude superior a 300 metros. São relativamente planos ou inclinados.

O planalto é resultante de processos erosivos. Nas bordas dos planaltos geralmente aparecem as “escarpas”, que são chamadas de serras.

Mas ao contrario do que se pensa, não é a altitude que determina os planaltos, mas si, o predomínio do processo de erosão.

Planície

É uma forma de relevo plana ou pouco inclinada, pouco acidentada, predominando a acumulação de sedimentos. As planícies podem ser:

- costeira, quando resulta do levantamento da plataforma continental.
- aluviais, resultado da acumulação de sedimentos feitos pelos rios.
- de piemonte, quando é formada na parte baixa entre as montanhas.

Depressões

É uma parte do relevo mais plana que o planalto, com suave inclinação e altitude entre 100 e 500 metros. Podem ser:

- depressão absoluta: as altitudes são inferiores ao nível do mar.
- Depressão relativa: suas altitudes são inferiores as do relevo ao seu redor, seja uma chapada, planalto ou outro.


RELEVO SUBMARINO

Neste tipo de relevo podemos diferenciar:

Plataforma continental

É a estrutura geológica continental abaixo do nível do mar. Apresenta uma profundidade razoável, contribuindo para que se desenvolva vegetação marinha e conseqüentemente o desenvolvimento de atividade pesqueira. Com o passar do tempo, as depressões do terreno da plataforma continental tornam-se bacias sedimentares de grande importância para a exploração de petróleo no oceano.

Talude Continental

Onde ocorre o encontro da crosta continental com a crosta oceânica, com inclinação de profundidade que podem chegar a 3mil metros.

Região pelágica

É o relevo submarino onde encontramos depressões, montanhas tectônicas e vulcanismo. Podendo atingir a 6 mil metros abaixo do mar.

Agentes esculpidores

São os fenômenos de grande importância na transformação do relevo terrestre. São chamados de agentes de erosão ou esculturais.

Fatores como: tipo de relevo, natureza das rochas, das águas, presença do homem ou animais e clima, influenciam na intensidade das ações desses agentes esculturais.

Esses fenômenos tem ação lenta, mas constante. São fenômenos da atmosfera, biosfera e hidrosfera.

Intemperismo

Ação dos agentes físicos, químicos e biológicos, separando e decompondo as rochas.

O intemperismo físico é a desagregação das rochas por agentes físicos e biológicos.

A temperatura do ar e a água são gentes físicos. Por exemplo: as rochas estão superaquecidas, pelo calor do sol, daí são resfriadas bruscamente pelas chuvas, dessa forma ocorre a desagregação das rochas. Isto ocorre intensamente nas regiões de clima áridos, aonde predomina rochas sedimentares detríticas.

Exemplo de intemperismo físico causado por um agente biológico: o crescimento de raízes grandes (mangueira) causa ondulações no terreno podendo comprometer algumas edificações.

O intemperismo químico é a decomposição das rochas por agentes químicos e biológicos, por exemplo, formação das cavernas.

A matéria orgânica produz substâncias que causam a decomposição das rochas, é portanto, um exemplo de intemperismo químico.

SOLO

É o resultado da ação do intemperismo nas rochas. Todo solo tem condições de vida vegetal, pois adquire porosidade e como decorrência, há penetração de ar e água.

O solo, portanto, é constituído por rocha intemperizada, ar, água e matéria orgânica que formam um manto de intemperismo que recobrem superficialmente a crosta terrestre.

Tipos de solos

Expostas as mesmas condições climáticas, cada tipo de rocha produz um tipo de solo diferente; mas de acordo com a origem podemos classificar:

- eluviais: quando formados pela alteração da rocha que se encontra abaixo, quer dizer, o solo foi formado no local onde se encontra. Ex. terra-roxa.

- aluviais: são formados pela ação dos agentes naturais de transporte (rios, vento, etc.) Ex. solos de várzea.

- orgânicos: são formados a partir de matéria orgânica, por isso são férteis e tem alto valor agrícola. Ex. solos humíferos.

Quanto a estrutura os solos podem ser: argilosos, arenosos ou argilo-arenosos.

Os solos de clima tropical sofrem grandes problemas com a erosão, lixiviação e a laterização.

A laterização é o surgimento de uma crosta ferruginosa, formada pela decomposição das rochas com precipitação dos óxidos e hidróxidos de alumínio e ferro, que acaba com a fertilidade do solo. A lixiviação é a lavagem da parte superficial do solo, onde se encontra os nutrientes, e retirada dos sais minerais hidrossolúveis, empobrecendo o solo.

No Brasil, o escoamento superficial da água é o principal agente erosivo. Para combater a erosão superficial é preciso manter o solo recoberto por vegetação ou quebrar a velocidade do escoamento utilizando a técnica de cultivo em curvas de nível.

Erosão e acumulação

A erosão é o desgaste das rochas e do solo feito pelas águas, ventos, animais e o homem.

Em toda erosão, segue-se o transporte e a acumulação dos sedimentos retirados. Em geral, a erosão é mais freqüente nos lugares altos e a acumulação nos baixos.

Erosão e acumulação em regiões geladas

Ocorre quando grandes blocos de gelo se desprendem e descem montanha abaixo, formando grande vales.

Todo gelo, neve e sedimentos das rochas que são levados pelos blocos de gelo ficam acumulados nos sopés das montanhas formando as morainas.

Fjords- são golfos fundos e estreitos, bem comum no litoral norueguês, eles se formam quando os vales, cavados pela ação do gelo, são invadidos pelas águas do mar.

Erosão e acumulação eólica

A erosão através do vento é bem comum, e pode fazer formas bastante pitorescas, como em formas de ‘taças’ e ‘cogumelos’.

O vento pode criar varias formas de relevo através de acumulação de areia, como as dunas. Estas surgem bem freqüentemente em praias e desertos, aonde a areia é abundante.

A erosão eólica pode ser:

- deflação: os ventos varrem as areias.
- corrosão: fazendo um certo lixamento, atirando partículas contra um obstáculo.

Erosão marinha

Age tanto no sentido de construir como de destruir as formas de relevo. Praia é um exemplo do primeiro caso.

- restinga: é a acumulação feita nas entradas das baías, formando-se lagoas costeiras.

- recife: acumulação de carapaças de animais marinhos, antigas praias e restingas que se consolidaram em rocha sedimentar, próxima à praia, diminuindo a ação das ondas. O recife pode ser de origem arenosa ou de coral (biológica).

- ilhas oceânicas: são geralmente de origem vulcânica ou cumes do relevo submarino (como se fossem montadas em alto mar). Aparecem em meio oceano, sem ligação direta com o continente.

Ação dos animais e do homem

Muitos animais, como tatus, fazem buracos fundos e a areia removida fica acumulada junto as suas tocas. Eles também são modificadores do relevo.

O homem age como modificador do relevo de uma maneira mais ampla e intensa.

O homem constrói túneis, destróis montanhas com dinamite, aterra lagos e pântanos. O resultado desse trabalho nem sempre é positivo. O homem na maioria das vezes destrói o natural sem pensar nas conseqüências e acaba colhendo resultados desastrosos.

O desmatamento elevou os índices do processo erosivo. Por causa disso, as enxurradas escavam vários buracos que crescem e ameaçam as edificações em muitas cidades.

Exercícios

Marque a resposta certa:

1) Qual desses abaixo, não é um agente interno:

a) terremoto
b) chuva
c) vulcanismo
d) movimentos orogenéticos

2) Uma forma de relevo com área irregular, e relativamente plana e inclinada, é o que chamamos de:

a) montanhas
b) litoral
c) planalto
d) planície

3) Quando uma depressão tem altitude inferior ao nível do mar chamamos de:

a) agentes esculturais
b) pequena depressão
c) piemonte
d) depressão absoluta

4) Fenômenos de ação lenta, mas de grande importância na transformação do relevo, dá-se o nome:

a) agentes esculturais
b) agentes internos
c) agentes culturais
d) agentes físicos

5) A ação dos agentes físicos, químicos e biológicos, separando e decompondo as rochas, dá-se o nome de:

a) metamorfismo
b) intemperismo
c) erosão eólica
d) sedimentação

Responda:

6) O que é relevo, e de que forma se apresenta?


7) Descreva os problemas que podem surgir com o solo.

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